segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Interrogatório de Marie Curlie

Marie Curlie no “cavalo de pau”

O ser humano pode ser capaz das mais horríveis atrocidades. Movidos por ódio, despeito ou “amor”, ele pode torturar a pessoa amada apenas por egoísmo, como no caso da jovem Marie Curlie.

Na minha constante busca por inspiração, achei a história dessa linda jovem fascinante, e resolvi fazer, futuramente, uma letra em sua homenagem. Espero que a música seja aproveitada pelo Sertão Sangrento.

Segue a história:

Marie Curlie era uma bela camponesa do Midi, na França do século XII, que observada pelo senhor feudal de Aveyron, num de seus passeios pelo campo, resolveu tomá-la como amante. Durante algum tempo o nobre senhor desfrutou dos encantos da jovem nas tardes campestres, embora esta, sequiosa por mais sexo, entregava-se, ainda que as escondidas, a outros camponeses, não percebendo a imensa honra de servir a seu amo.

Em determinada época, este devendo viajar, aplicou o cinto da castidade na garota, tentando reservar os prazeres que ela oferecia só para si. Não suportando o prolongado jejum, a miserável resolveu deixar um dos seus antigos parceiros violar a proteção vaginal, danificando-a.

Ao retornar da sua jornada o “bom Senhor” de Aveyron, percebendo a violação do importante lacre passou a interrogar a campônia no “cavalo de pau”, que não resistiu muito tempo entregando o culpado, que logo em seguida foi empalado.

Empalado

Após o castigo foi recolhida à clausura de um convento de monjas local, onde aprisionada, passou a servir o nobre amante no interior da cela.

Com a morte deste, anos mais tarde, as monjas, invejosas dos gritos de prazer dos amantes nas tardes de amor, resolveram entregá-la aos "boníssimos" padres dominicanos que serviam fielmente à Santa Inquisição. Novamente torturada, confessou tudo e foi condenada a morte por emparedamento no próprio convento.

5 comentários:

Icaro disse...

isso é o que eu chamo de 'tomar no cu'.

Luiz Carlos Aguiar disse...

Infelizmente o colega Sr. Icaro não tem conhecimento da história, respeito ao próximo, e nenhum senso de sensibilidade.

Anônimo disse...

que absurdo. as mulheres nem sentiam prazer naquela época. tu foi muito infeliz fazeno este comentário

Anônimo disse...

que absurdo. as mulheres nem sentiam prazer naquela época. tu foi muito infeliz fazeno este comentário

Anônimo disse...

se ela não tão puta nada disso teria acontecido

layout por WART :]